Enfim, esperei tanto por isso. Agora me encontro em um conforto estável estabelecido por critérios e diagnósticos vulneráveis á qualquer tipo de atitude ou informação mal elaborada que possa ocorrer.
Isso sem contar, as horas de abdicação, a paciência, e qualquer situação ou pessoa perigosa que possa influenciar de alguma forma o contexto de uma história que pode dar certo ou não.
Para tanto, deve-se ter muita segurança, equilíbrio e carinho para com a pessoa que está ao seu lado, sem deixar, claro, de pensar nas pessoas que convivem com a mesma. Afinal, todas elas podem ser importantes para ela e por isso importantes para você naquele momento. Tendo isso em vista, espero, não que preencha todos os pré requisitos, o que de fato, ninguém consegue, mas tentar preencher boa parte deles para fazê-lo feliz e contente com a minha presença em sua vida todos os dias.
Essa vontade de estar junto, é uma vontade que vale a pena, é por ela que se acorda todos os dias, até porque, não se vive sozinho, nós temos a necessidade de pelo menos viver para dar bom dia á alguém.
Eu acordo com esse intuito todos os dias, a diferença é que além de bom dia a minha melancolidade se extende e me faz dar bom dia, boa tarde boa noite e se de até conversar por msg sempre que dá, para não perder a essência de uma coisa que é tão bonita e agradável,isto é, estar apaixonada.
Estou apaixonada de fato, e por isso, dedico meus dias agora á esse novo bem querer, á essa pessoa por quem acordo todos os dias querendo fazê-la feliz e para receber isso em troca, claro.
Via de mão dupla, não sei andar na contramão, então não atropele sentimentos, não brigue com suas atitudes, nem deixe que nenhum stress do dia a dia interrompa essa felicidade, por que senão você se tornará apenas um lixo carregado de coisas que a outra pessoa não merece receber, afinal o dela pode estar cheio de lixo demais também.
ta, ta, ta agora quer saber ? Esqueçe tudo isso , não pense muito apenas viva cada momento.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
O governo de nós mesmos
Esse sim, é um exercício contínuo. Muitas vezes fico me perguntando como eu poderia me governar. Afinal, pensem vocês que nem na cabeça dos melhores filósofos se esclareceu uma melhor forma de governo dentro de uma sociedade. Imaginem em nós mesmos.
Faço essa analogia, pois acredito serem duas coisas parecidas. Todos nós , nos encontramos meio perdidos nesses conceitos, somos capazes de nos perder e nos encontrar ou até nos deparar com o nosso egoísmo de tiranos ou com nosso tom liberal demais.
Em algum momento, analisando todas as situações, percebo que não há nenhuma MELHOR forma de governo, tanto nossa,quanto na sociedade. O que existe são apenas as mais adequadas e mais adaptadas formas da gente se sentir bem ou acomodado em uma situação. Afinal somos exatamente isso : seres que gostam de um aconchego.
Não critico essa maneira de adorar a acomodação. Não ter que lutar por muitas causas, ficar apenas ali sentado, esperando seus privilégios serem atendidos, e no máximo o que fazemos é buscar e trabalhar muuuito, para conseguir,privilégio.
Pode parecer, que na época da ditadura, que muitos chamam de antigamente, as pessoas eram mais românticas, davam mais valor ás coisas, será que isso seria porque naquela época as pessoas tinham que realmente lutar para conseguir algo ? Ou porque mesmo quando elas não lutavam, ganhavam algo, recebiam aquilo como uma coisa muito especial, tão especial que não sabiam quando poderiam ter ou presenciar aquilo novamente ?
Caros, é claro que eu sou a favor da liberdade, acredito que devemos ter o poder de fazer o que acharmos melhor para nós, sem a interferência de outrem.(apesar de isso não acontecer de fato) Porém, em alguns casos, por tudo estar sendo "de mão dada", ou seja, entregue facilmente á nós, estamos dando menos valor ás coisas, á vida, á tudo e deixamos demais que interfiram nas nossas opiniões.
E isso que me intriga.
De um lado, não gostaria de sofrer repressões, ser obrigada a nada, por ninguém, nem mesmo pelos meus pais. Aliás, adoro quando posso fazer o que quero, sair e voltar a hora que desejo, namorar e ser amiga de quem bem entendo, sem alguém vir me dizer o que devo fazer. Mas por outro lado, adoro quando alguém pergunta como estou, para onde quero ir, com quem estou saindo, se essas pessoas são boas companhias ou não. Isto é, atenção.
Não acho certo deixar de dar valor á algo que você tem, ou um momento que aconteceu, simplesmente porque alguém te reprimiu ou po você não gostar e poder virar as costas e não querer mais aquilo.
As vezes, nos falta essa reflexão, rever nossos conceitos morais, valores e perceber pelo que vale a pena lutar e pelo que vale a pena desistir.
Sabe, eu tento me governar todos os dias, dentro do equilíbrio que consigo, evitando ser tirana demais ou liberal demais; E saibam, isso é difícil demais. Ainda mais para uma pessoa que acredita piamente em seus valores e não os quebra por ser como todo ser humano, egoísta certas vezes, e molenga em outras.
Infelismente ainda não descobriram fórmulas para a resolução de nossos problemas, mas já resolveram muitas atitudes por nós, as que DEVERÍAMOS tomar. Ah, sério mesmo, odeio esse dever ser( e não digo aqui em referência ao próprio do direito), que nos impõe. Tudo bem que querendo ou não ele nos é necessário, mas toda hora em que me vejo , ou seja, toda vez que vejo quem sou de verdade, não sei se me encaixo nesse ambito tão civilizado. E acredito que muitos também não.
Enfim , eu fico nessa intriga de ser e dever ser dentro de mim , sem saber, o que realmente sou, sem saber qual governo devo tomar para mim mesma.
As vezes uma radicalidade me faz bem, faz com que pelo menos me respeitem como pessoa, em outros casos, a minha liberdade incomoda, no final, tem muita gente querendo tomar conta da minha vida, assim como dos governos, a diferença é que na minha vida eu tenho que tomar as rédias sozinha, afinal só eu o que é melhor pra mim, e em uma sociedade, várias pessoas tem que entrar em consenso.
Para parafrasear melhor, é como se existisse uma sociedade em mim, que tenta tomar conta do meu Estado, que está em constante mudança, sem saber para onde vai, aonde fica, e para que tudo isso.
Sinto, que acabo por aqui, na mesma linha que começei, cheia de dúvidas, mas aliviada por desabafar e ter a liberdade de pensar o que quiser, e ainda sim algumas pessoas não concordarem.
A vida é assim, um círculo de ideias que vão e vem , que não param de rodare que te fazem refletir a cada instante se o seu governo moral e ético está funcionando para o seu bem e para o bem da comunidade, onde o seu bem não seja egoísta, e as pessoas em sua volta encontrem-se satisfeitas com seu modo de ser e dever ser.
Faço essa analogia, pois acredito serem duas coisas parecidas. Todos nós , nos encontramos meio perdidos nesses conceitos, somos capazes de nos perder e nos encontrar ou até nos deparar com o nosso egoísmo de tiranos ou com nosso tom liberal demais.
Em algum momento, analisando todas as situações, percebo que não há nenhuma MELHOR forma de governo, tanto nossa,quanto na sociedade. O que existe são apenas as mais adequadas e mais adaptadas formas da gente se sentir bem ou acomodado em uma situação. Afinal somos exatamente isso : seres que gostam de um aconchego.
Não critico essa maneira de adorar a acomodação. Não ter que lutar por muitas causas, ficar apenas ali sentado, esperando seus privilégios serem atendidos, e no máximo o que fazemos é buscar e trabalhar muuuito, para conseguir,privilégio.
Pode parecer, que na época da ditadura, que muitos chamam de antigamente, as pessoas eram mais românticas, davam mais valor ás coisas, será que isso seria porque naquela época as pessoas tinham que realmente lutar para conseguir algo ? Ou porque mesmo quando elas não lutavam, ganhavam algo, recebiam aquilo como uma coisa muito especial, tão especial que não sabiam quando poderiam ter ou presenciar aquilo novamente ?
Caros, é claro que eu sou a favor da liberdade, acredito que devemos ter o poder de fazer o que acharmos melhor para nós, sem a interferência de outrem.(apesar de isso não acontecer de fato) Porém, em alguns casos, por tudo estar sendo "de mão dada", ou seja, entregue facilmente á nós, estamos dando menos valor ás coisas, á vida, á tudo e deixamos demais que interfiram nas nossas opiniões.
E isso que me intriga.
De um lado, não gostaria de sofrer repressões, ser obrigada a nada, por ninguém, nem mesmo pelos meus pais. Aliás, adoro quando posso fazer o que quero, sair e voltar a hora que desejo, namorar e ser amiga de quem bem entendo, sem alguém vir me dizer o que devo fazer. Mas por outro lado, adoro quando alguém pergunta como estou, para onde quero ir, com quem estou saindo, se essas pessoas são boas companhias ou não. Isto é, atenção.
Não acho certo deixar de dar valor á algo que você tem, ou um momento que aconteceu, simplesmente porque alguém te reprimiu ou po você não gostar e poder virar as costas e não querer mais aquilo.
As vezes, nos falta essa reflexão, rever nossos conceitos morais, valores e perceber pelo que vale a pena lutar e pelo que vale a pena desistir.
Sabe, eu tento me governar todos os dias, dentro do equilíbrio que consigo, evitando ser tirana demais ou liberal demais; E saibam, isso é difícil demais. Ainda mais para uma pessoa que acredita piamente em seus valores e não os quebra por ser como todo ser humano, egoísta certas vezes, e molenga em outras.
Infelismente ainda não descobriram fórmulas para a resolução de nossos problemas, mas já resolveram muitas atitudes por nós, as que DEVERÍAMOS tomar. Ah, sério mesmo, odeio esse dever ser( e não digo aqui em referência ao próprio do direito), que nos impõe. Tudo bem que querendo ou não ele nos é necessário, mas toda hora em que me vejo , ou seja, toda vez que vejo quem sou de verdade, não sei se me encaixo nesse ambito tão civilizado. E acredito que muitos também não.
Enfim , eu fico nessa intriga de ser e dever ser dentro de mim , sem saber, o que realmente sou, sem saber qual governo devo tomar para mim mesma.
As vezes uma radicalidade me faz bem, faz com que pelo menos me respeitem como pessoa, em outros casos, a minha liberdade incomoda, no final, tem muita gente querendo tomar conta da minha vida, assim como dos governos, a diferença é que na minha vida eu tenho que tomar as rédias sozinha, afinal só eu o que é melhor pra mim, e em uma sociedade, várias pessoas tem que entrar em consenso.
Para parafrasear melhor, é como se existisse uma sociedade em mim, que tenta tomar conta do meu Estado, que está em constante mudança, sem saber para onde vai, aonde fica, e para que tudo isso.
Sinto, que acabo por aqui, na mesma linha que começei, cheia de dúvidas, mas aliviada por desabafar e ter a liberdade de pensar o que quiser, e ainda sim algumas pessoas não concordarem.
A vida é assim, um círculo de ideias que vão e vem , que não param de rodare que te fazem refletir a cada instante se o seu governo moral e ético está funcionando para o seu bem e para o bem da comunidade, onde o seu bem não seja egoísta, e as pessoas em sua volta encontrem-se satisfeitas com seu modo de ser e dever ser.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Medo
As vezes fico me eprguntando o porquê desse medo de não dizer o que sente, de dizer á todos, menos para quem realmente deveria saber, esse medo de perder, de deixar as pessoas irem embora, de deixar que elas vivam sua vidas sem prendê-las ao ponto de nem o amor que elas sentem por você ser suficiente para alçar um grande voo entre eu e a pessoa a quem amo tanto e odeio tanto ao mesmo tempo.
Fico me perguntando se seria eu capaz de perdoar, essa sutileza de fatos e acontecimentos passados, que já ficaram para trás pelo meu bem, pelo meu próprio e feliz bem e paz. Para que depois disso eu não atinja mais ninguém com tanta magnitude a ponto de sucumbir as forças de um fiel escudeiro.
Será que eu realmente estava preparada para essa jornada? Será que eu não era apenas pequena demais para saber de tantas coisas da vida?Ou será que simplesmente era para ser assim ?
Sei apenas que aceitei esses anos todos a indiferença, aceitei a minha pequinez que se tornou grande a ponto de ser forte e pronta e fraca para tudo.
Fico intrigada com minha maneira de ser, de ver, de agir, eu não entendo meus sentimentos, não aguento minhas confusões borbulharem de agonia, não aguento esse complexo de velhice, essa falta de emoção, essa preguiça, essa perda de solidez nas atitudes e decisões, enquanto me decido e determino o que quero, como quero, e as vezes, eu consigo.
Fico feliz por ter me tornado o que sou e triste por não saber ser isso.
Mesmo assim, sou o que sou e não deixarei minhas raízes para trás só porque alguém que não viveu minha história resolveu palpitar sobre como eu deveria ser na construção dele.
Não nego que já fui bem construída muitas vezes e muito bem por várias pessoas, mas sabe, nenhuma delas superou expectativas, e nenhuma delas conseguiu realmente, mesmo que nas entrelinhas , entregar pontos fiéis á minha realidade,
ideal não existe pra mim, eu só procuro acertar e continuar errando pra aprender.
Fico me perguntando se seria eu capaz de perdoar, essa sutileza de fatos e acontecimentos passados, que já ficaram para trás pelo meu bem, pelo meu próprio e feliz bem e paz. Para que depois disso eu não atinja mais ninguém com tanta magnitude a ponto de sucumbir as forças de um fiel escudeiro.
Será que eu realmente estava preparada para essa jornada? Será que eu não era apenas pequena demais para saber de tantas coisas da vida?Ou será que simplesmente era para ser assim ?
Sei apenas que aceitei esses anos todos a indiferença, aceitei a minha pequinez que se tornou grande a ponto de ser forte e pronta e fraca para tudo.
Fico intrigada com minha maneira de ser, de ver, de agir, eu não entendo meus sentimentos, não aguento minhas confusões borbulharem de agonia, não aguento esse complexo de velhice, essa falta de emoção, essa preguiça, essa perda de solidez nas atitudes e decisões, enquanto me decido e determino o que quero, como quero, e as vezes, eu consigo.
Fico feliz por ter me tornado o que sou e triste por não saber ser isso.
Mesmo assim, sou o que sou e não deixarei minhas raízes para trás só porque alguém que não viveu minha história resolveu palpitar sobre como eu deveria ser na construção dele.
Não nego que já fui bem construída muitas vezes e muito bem por várias pessoas, mas sabe, nenhuma delas superou expectativas, e nenhuma delas conseguiu realmente, mesmo que nas entrelinhas , entregar pontos fiéis á minha realidade,
ideal não existe pra mim, eu só procuro acertar e continuar errando pra aprender.
terça-feira, 1 de março de 2011
Bastar-se
Quando a gente se basta, é quando estamos cuidando bem do nosso jardim, e isso é apenas um sinal de que você está florescendo.
luz dos olhos
E se eu fico muito tempo sem você, fico meio sei la, sem dizer uma palavra pra me confortar. Não esperei por esse momento e por isso ele aconteceu. Não acreditava em mais nada e você me conheceu. Pode parecer que é só pra você me escutar, mas só digo isso pra me responsabilizar. Pra me dizer sei la, esqueçe que o mundo é o que é e que eu posso te fazer ser melhor. Não digo pra mim que sou perfeita, nem quero ser, digo que algumas coisas na vida precisam ser representadas, como a luz que enxergo em seus olhos todas as vezes que te encaro sem querer, pra saber cadê você, onde foram seus pensamentos se não estão comigo. fico dias tentando pensar em como não pude te conhecer antes, e simplesmente ser tão feliz assim.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
programados ?
É, agora começo a acreditar na robótica, talvez em E.T's e anti sociais.
Entre muitas outras denominações, essas refletem o que os seres humanos se tornaram ou que estamos nos tornando.
Podemos dizer que somos seres: programados, sem identidade e individualistas. Tudo isso depois de "avanços" que a sociedade pregou após as grandes guerras e grandes descobertas.
Fico intrigada com o fato de não saber denominar a globalização, claro, que nada nessa vida é totalmente certo ou errado, bom ou ruim, mas sempre há uma denominação, mesmo que vaga, sobre algum assunto. E de fato, a globalização,pra mim, não tem.
Ela não é denominada por mim por vários motivos, mas principalmente pelo fato de eu achar que todas as mudanças ocorridas desde que ela surgiu foram de certa forma viciantes para a humanidade, e os vícios, pelo que aprendi, nunca foram coisas boas, afinal, como algo que não te da a liberdade e te sufoca pode fazer bem ? como eu posso deixar que isso me controle?
Aí entro para mais uma grande dúvida: isso seria um problema da globalização e de seu excesso ou dos seres humanos que não sabem e não conseguiram lidar com isso?
Acredito eu que dos dois, a sociedade não soube lidar com esse emaranhado de imformações e hoje o que falta e falha na vida das pessoas é que elas desaprenderam a conviver , a ter relações interpessoais.
Não estou falando apenas de sermos seres civilizados, porque isso pra mim, qualquer um pode ser ou fingir ser. Estou falando de saber se posicionar não apenas em relação a si mesmo, não apenas pelo próprio bem, ou bens
e sim por um grupo que precisa de você e você deles.
Hoje, em uma aula percebi que esse é um grande problema dos novos robôs, nós estamos perdendo o contato pessoal, os dias na praça, as conversas de avós, os almoços tranquilos com nossos pas, os ensinamentos de um dia a tarde com amigos interessados em discutir filosofia, a vida , entre outras coisas. Perdemos a vontade de sermmos amgos, de confiar, de desfrutar da beleza de um" namorico" porque não se pode mais se apaixonar por ninguém. Somos podados o tempo todo para não sermos o que somos ou o que éramos, para sermos apenas aqulo que interessa ás grandes massas de pessoas individualstas que passam o da inteiro pessquisando a vida alheia.
Veja bem, não estou acusando ninguém, estou apenas expressando uma opinião que é a de muitos e que com certeza aflinge a todos.
Minha pergunta todas as manhãs é : pelo que eu posso agradecer hoje?
Isso me faz crescer e dar valor ás pequenas coisas, e isso vai de ma flor no meu jardim aos meus pais, ou a cama que tenho para dormir. Essa é a minha maneira de me econtrar, é a minha meditação.
Vamos refletir, será que vale mesmo a pena, se sacrificar, para ser apenas mais uma programação e regredir nesse "avanço " ?
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Chuva
Eu costumava encontrar meu caminho sem andar muito
sem me prender demais
sem me lembrar dos erros
agora pareçe tudo tão romântico
estrelas, vista e tudo o que quis
mas será que isso é apenas uma chuva que o vento vai levar embora
ou ela vai ficar aqui até que eu esteja forte ?
tenho que ir agora
ela vai dizer
e eu vou ter de entender sem me enfraquecer
sem me prender demais
sem me lembrar dos erros
agora pareçe tudo tão romântico
estrelas, vista e tudo o que quis
mas será que isso é apenas uma chuva que o vento vai levar embora
ou ela vai ficar aqui até que eu esteja forte ?
tenho que ir agora
ela vai dizer
e eu vou ter de entender sem me enfraquecer
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